5 HÁBITOS PARA SE TER MAIS SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

5 HÁBITOS PARA SE TER MAIS SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

Em nossa vida, possuímos diversos hábitos que são praticados muitas vezes até de forma inconsciente. Existem alguns hábitos que podemos inserir na nossa vida e deixá-la ainda melhor, separamos 5 hábitos para serem feitos durante todas as manhãs que podem te trazer mais felicidade, mais bem – estar e qualidade de vida:

1. No dia anterior deixe separado as tarefas que precisam ser feitas no dia seguinte;

2. Tente não mexer no celular ou em aparelhos eletrônicos nos 30 min antes de dormir;

3. Ao acordar faça alguma atividade física para energizá-lo, pode ser uma série de polichinelos, sair para caminhar, academia, alguma atividade que mostre ao seu corpo que está acordado;

4. Pratique um momento de silêncio, pode ser meditando, respirando, ou apenas ficar alguns minutinhos em silêncio, desta forma ficamos mais conscientes e relaxados;

5. Nossa última dica é a “gratitude”, seja grato por tudo que há em sua vida, tudo que ocorre é importante para sermos o que somos;

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OBESIDADE x INCONTINÊNCIA URINÁRIA x FISIOTERAPIA

OBESIDADE x INCONTINÊNCIA URINÁRIA x FISIOTERAPIA

A obesidade é um problema crescente nos últimos anos. Em função do número expressivo de pessoas acima do peso, uma série de patologias associadas vêm apresentando crescimento marcante em sua incidência. Um dos principais exemplos é a incontinência urinária (IU).

Vários estudos têm demonstrado que a perda de peso induzida cirurgicamente é um tratamento eficaz para a melhora da incontinência urinária em pacientes obesos.

Existem técnicas fisioterapêuticas tanto no pré quanto no pós-operatório que melhoram esta disfunção e promovem qualidade de vida especialmente na vigência de perda de peso.

Uma das modalidades que vem ganhando destaque no tratamento e prevenção da incontinência urinária é o Pilates. Durante a realização dos exercícios deste método, o paciente é exigido a manter a ativação do “powerhouse”, que inclui as musculaturas mais profundas do abdômen. Isso proporciona ao paciente a tonificação do períneo, que é a base da sustentação da bexiga. Assim, com os músculos fortes, o paciente terá melhor controle da perda de urina.

É importante ressaltar que todos os exercícios devem ser orientados por um profissional capacitado para se alcançar um tratamento mais eficaz.

Procure ajuda. Não deixe isso atrapalhar a sua qualidade de vida!

Fisioterapeuta Caroline Fontana Prado
CREFITO 183-806-F
@carolinefpfisioterapeuta

QUALIDADE DO SONO

O sono tem papel fundamental em nossas vidas. Uma noite mal dormida pode gerar irritabilidade, falta de memória, aumento de peso, maior risco de doenças cardiovasculares e metabólicas, pressão alta, alteração de colesterol e triglicerídeos, e até mesmo maior risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer!

Diversos estudos indicam que os indivíduos que dormem pouco têm uma maior probabilidade de se tornarem obesos, visto que o encurtamento do sono aumenta a razão grelina/leptina, ocasionando aumento de apetite e consequententeme levando a uma maior ingestão calórica.

Pior ainda, quando tentamos fazer dieta sem dormir de maneira adequada, ela se mostra inútil, já que a maior parte do peso que perdemos é de massa corporal magra, e não gorda.

Por isso, o sono é considerado atualmente parte fundamental daquilo que se considera a Trindade da Saúde – alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e… SONO ADEQUADO. E o mais interessante é que a prática de cada componente dessa tríade reforça o outro!

Que tal!? Bora se exercitar para obter uma noite de sono reparador!?

TCAP – TRANSTORNO DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA

TCAP- O Transtorno da Compulsão Alimentar é caracterizado pela ingestão de grande quantidade de comida em um curto intervalo de tempo, levando a um descontrole sobre o quê e o quanto se come. Junto a este quadro, alguns sinais de alerta devem ser observados, tais como:

– episódios repetidos ao menos 2 dias na semana e por até 6 meses consecutivos, associados à perda de controle, à vergonha por comer, à ansiedade e ao estresse;
– comer mesmo sem ter fome;
– sentir-se culpado por comer demais.

As causas deste transtorno são acompanhadas por fatores emocionais e hereditários, e o tratamento é multidisciplinar envolvendo médicos, psicólogos e nutricionistas.

Nos pacientes bariátricos, o TCAP pode interferir no pós-operatório levando à depressão e ao reganho de peso. Nestes casos, o exercício físico se apresenta como um dos pilares do tratamento já que atua contra a ansiedade e o estresse, promovendo bem-estar físico e emocional.

Temos o objetivo de te ajudar!

AUTO ESTIMA – E SUA RELAÇÃO COM O PESO

Autoestima consiste na avaliação que uma pessoa faz de si mesma. É uma qualidade que pertence ao indivíduo satisfeito com sua identidade, alguém dotado de confiança e que valoriza a si próprio.
Nossa autoestima pode ser abalada por diversos fatores, e uma das causas mais encontradas é a insatisfação com o peso.

O fato de estarmos acima do peso constrói em nossa mente uma grupo de ideias autodepreciativas, levando muitas vezes à depressão e ao isolamento social. Vencer esta situação torna-se uma missão complexa, difícil e cansativa, somente alcançada com o auxílio de amigos, de familiares e de profissionais tecnicamente capacitados para dar atenção específica a este objetivo, seja através de reeducação alimentar, exercícios físicos ou cirurgia.

No entanto, antes de mais nada, é preciso termos a força e a coragem para darmos o passo mais importante de todos: a mudança de conceitos, pensamentos e valores que podem nos levar a ser e fazer tudo o que quisermos.

DUMPING – PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

A Síndrome de Dumping acontece com alguma frequência em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. Ela ocorre em decorrência da passagem rápida dos alimentos com grandes concentrações de gordura e/ou açúcares do estômago para o intestino em função das alterações anatômicas no estômago promovidas pelo procedimento. Seus sintomas surgem de 30 min até 3 horas após a refeição, e incluem cefaleia, taquicardia, sudorese, náuseas, fraqueza, sono e diarreia.

Nem todos os pacientes sofrem com o Dumping, e não há como saber se o paciente terá esta reação, apenas após a cirurgia tais sintomas podem se manifestar.

No caso da constatação de Dumping, uma consulta com seu cirurgião deverá ser logo programada e, de maneira geral, algumas modificações nos hábitos alimentares serão necessárias.

EXERCÍCIO FÍSICO E A CIRURGIA BARIÁTRICA

Investir na atividade física após a operação de redução do estômago potencializa a perda de peso e minimiza reações adversas.

O exercício físico é fundamental para manter os benefícios à saúde conseguidos pela cirurgia bariátrica, comprova pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). No estudo, mulheres obesas que passaram pela cirurgia e realizaram treinamento físico supervisionado ampliaram a sensibilidade à insulina, reduziram a inflamação e melhoraram a saúde dos vasos sanguíneos. Desse modo, o exercício reduziu os riscos de doenças associadas à obesidade, como diabete, hipertensão e aterosclerose, ampliando os ganhos obtidos com a redução do peso corporal.

A obesidade, que atinge hoje um quinto da população brasileira, pode ser prevenida e combatida com a reeducação alimentar e a prática frequente de exercícios físicos. Nos casos em que o sobrepeso é excessivo, muitas vezes a cirurgia bariátrica é apontada pelos endocrinologistas, como a única opção para evitar desdobramentos prejudiciais da obesidade mórbida ou hormonal ao organismo. A cirurgia também pode ser feita por pré-obesos, com dificuldade metabólica de emagrecer. Essa necessidade passa por uma série de exames e avaliações médicas. Mas quando acontece a cirurgia, o paciente para obter resultados realmente significativos, precisa mudar os seus hábitos e abandonar o sedentarismo, se não quiser readquirir a gordura da qual se livrou e voltar à estaca zero.

Nas primeiras semanas do período pós-cirúrgico, é recomendável caminhadas com duração de 15 minutos, quatro vezes ao dia. Um mês após a cirurgia, sob orientação médica e do fisioterapeuta, o paciente pode começar a levantar pesos para o fortalecimento dos músculos e massa corporal. Exercícios aeróbicos também são fundamentais com o intuito de criar resistência cardiovascular, como caminhadas regulares até o corpo ir se adaptando e quando estiver preparado começar a correr, andar de bicicleta e hidroginástica, porém neste caso vale ressaltar que o paciente deverá aguardar até que todas as incisões cirúrgicas tenham sido cicatrizadas antes de entrar na água.